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INTRODUÇÃO
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Mais de 20 doenças já foram identificadas no
milho no Estado de São Paulo. Estas são fatores que contribuem para a baixa produtividade,
muitas vezes observada na cultura no estado e no país.
O que está se modificando quanto à produtividade
e a resistência às doenças?
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Estão
ocorrendo incrementos de produtividade devido à disponibilidade no mercado de
cultivares cada vez mais produtivos e resistentes às doenças e ao melhor emprego
de tecnologias básicas de produção (uniformidade de semeadura, uso de inseticidas,
herbicidas, fertilizantes, etc) pelo agricultor.
As doenças são mais importantes em lavouras mais produtivas?
Nas lavouras de milho
com produções relativamente baixas, os danos causados por doenças são, muitas
vezes, considerados secundários. No entanto, com a evolução da tecnologia e o
aumento da produtividade, as doenças passam a tornar-se fatores limitantes.
O que acontece com as doenças devido
ao aumento de área e épocas de plantio de milho?
Uma maior manutenção dos patógenos, agentes causais
das doenças, vem sendo propiciada nos campos de milho. Isto ocorre pela constante
presença da cultura no campo, dada pelo aumento da área plantada com milho, pela
grande flexibilidade de épocas de plantio, tanto na safra como safrinha e pela
má utilização de tecnologias (plantio direto muitas vezes associado à monocultura,
densidade de plantio acima da recomendada, irrigação inadequada, etc).
O problema de doenças tem sido bastante importante,
principalmente na safrinha, onde, por ser logo em seqüência à safra, há maior
acúmulo do inoculo, em especial dos patógenos que necessitam das plantas vivas
para sobrevivência.
O problema de doenças tem solução?
Como resolvê-lo?
Hoje, o maior rigor na recomendação dos cultivares,
utilizando-se materiais reconhecidamente resistentes às doenças que ocorrem regionalmente,
associado às recomendações de manejo adequado da cultura, mostraram que é possível
conviver com esta nova realidade. |
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